Tiago Cruz vence no Algarve

Tiago Cruz somou a quinta vitória no Algarve Pro Golf Tour, a terceira da temporada, ao conquistar o 4º Palmares Classic. O bicampeão nacional beneficiou de dois bogeys de Greg Hutcheon no 16 e 17 e garantiu o triunfo com um birdie no 18. Depois do 66 (-5) da véspera, o estorilense entregou um cartão de 68 pancadas (-4) sem bogeys aos percursos Lagos e Praia do Onyria Palmares & Golf Resort para deixar Hutcheon (66+68) e Gary Hurley (68+66) a uma pancada. João Ramos (67+70) terminou empatado no 4º lugar com -7, um shot à frente de João Carlota (68+70). Também no top 10, mais concretamente na 7ª posição, ficou Pedro Figueiredo (70+69). André Carvalho (75+74), em 31º com +5, completou o contingente luso na prova.   Foto: Algarve Pro Golf Tour

Willett passa para a frente

Danny Willett repetiu o 65 (-7) da véspera para se isolar na liderança do Dubai Desert Classic. O inglês soma agora um agregado de -16, menos um shot do que Rafael Cabrera-Bello, campeão em 2012, que assinou o terceiro 67 (-5) consecutivo. Rory McIlroy, que fez seis birdies nos ‘back nine’, depois de um duplo no 10, entregou um cartão de 68 pancadas (-4) ao Emirates GC e é 21º com -8. Consulta aqui o top-10 e o resumo do dia.   Foto: Getty Images

Rckie Fowler na corrida

Rickie Fowler perdeu a liderança do Open de Phoenix, mas terminou o segundo dia com um birdie e para ficar a apenas um shot do líder. O número 4 do mundo, que nas últimas duas semanas venceu em Abu Dhabi e falhou o cut em Torrey Pines, entregou um cartão de 68 pancadas (-3) para passar a somar um agregado de -9, empatado com Danny Lee (67+66). Em mais um dia que não chegou ao gim, lidera James Hahn (65+65) com -10. Destaque também para os hole-in-ones de Jack Maguire e Chad Campbell no TPC Scottsdale.   Foto: Christian Petersen/Getty Images 

Melhor aposta da semana. La Liga.


Jogo grande em San Mamés.
Ideias muito ofensivas e atraentes as do Bilbao de Valverde. Parindo de um 4231 com bola  ou 442 sem posse, com Anduriz, o avançado centro num grande momento. Com laterais profundos em organização ofensiva, a construção por dentro fica a cargo dos centrais e médios centro que baixam. Comportamentos bem definidos nos momentos ofensivos. Na transição defensiva mais dificuldades porque envolve muita gente à frente da linha da bola. Perante a velocidade da transição do adversário esperam-se dificuldades. Em casa é demolidor ofensivamente e mesmo o Villarreal que vai fazendo uma época excepcional deverá cair na Catedral.



Surgirá em 442 o submarino amarelo.
Os 4 da frente com movimentos complementares. Os apoios de Soldado, em simultâneo com as rupturas de Bakambu para as zonas aclaradas pelo espanhol. Suaréz partindo de fora para dentro, em condução sempre a definir com imensa qualidade e Jonathan a ligar a construção com os jogadores da frente, prometem impacto. Sem bola, as linhas próximas serão uma dificuldade à criação adversária, mesmo que na sua primeira fase defensiva não pressione com agressividade.
O espaço entre linhas que concede em organização  e o tempo que demora a juntar em transição serão dificuldades extra perante um adversário que com bola tem ideias, qualidade e objectividade.




Melhor aposta da semana. Liga NOS.


A equipa de Quim Machado a pagar o preço do sucesso, perdendo jogadores determinantes que tanto valorizou como Suk e Semedo.
Em 4231, com André Claro, Horta e Costinha nas costas de um ponta de lança mais fixo. Meyong chegou recentemente e poderá ser a aposta. Há princípios em organização ofensiva. A equipa não se limita a trabalhar processos defensivos e sair em contra ataque. Preparada para os vários momentos, mesmo que defensivamente por vezes a última linha não guarde as devidas distâncias. Um jogo interessante na recepção ao Maritimo onde o seu colectivo deverá prevalecer.



Maritimo ainda à procura da identidade do seu novo treinador. Nelo Vingada.

Deverá surgir em Setúbal ainda no 4231 que Ivo Vieira trabalhou. Ainda que haja muita indefinição espera-se uma equipa mais junta nos momentos sem bola. Maior concentração em organização defensiva e menor envolvimento ofensivo dos jogadores do meio campo para assegurar uma transição defensiva mais segura. Ofensivamente tudo muito ao nível do individual e a perda de Marega que dava profundidade é uma lacuna por preencher. Ainda sem tempo de trabalho para impor as suas ideias, Nelo Vingada sofrerá em Setúbal por enfrentar uma equipa que já prima pelo colectivo.


Aposta mais segura da semana. Premier League.




Liverpool de Klopp em 4231. Em organização defensiva pouco trabalhada a equipa do alemão. Posicionamentos definidos pelo sistema e não pela dinâmica. Ausência de coberturas e de trabalho posicional da última linha em função da situação de jogo. Também na transição defensiva há dificuldades. A qualidade da sua ultima linha não está à altura da história do clube.
É com bola que surgem as melhores ideias do Liverpool, ainda que faltem jogadores diferentes para que a orquestra de Klopp seja mais atraente.
A lesão de Coutinho retirou criatividade. Jogando em casa perante o Sunderland, a dinâmica de Lallana, Henderson e Milner nas costas de Firmino causará estragos. Mobilidade e jogo entre linhas adversárias dão grande favoritismo ao Liverpool.


Sunderland a visitar Liverpool com Sam Allardyce a organizar a equipa num sistema diferente daquele que a equipa iniciou a época. O 442 transformou-se em 433, mas defensivamente, em organização mantem a linha de quatro, com o recuar dos extremos, ficando agora uma cobertura no espaço entre sectores, e apenas um avançado a pressionar a construção adversária. Algumas individualidades interessantes como Defoe e Lens, tornam a equipa predominantemente uma equipa de transições rápidas. Ofensivamente não há criatividade para jogar contra muitos atrás da linha da bola, e tudo surge pelo impor dos traços físicos. Muito tempo sem bola passará em Liverpool. Muito difícil sobreviver a isso.